Foi suspensa a bandeira vermelha, livrando o consumidor desse tipo de taxa extra

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A bandeira de escassez hídrica, que implica em cobrança de R$ 14,20 a mais na conta de luz, a cada 100 quilowatts/hora foi suspensa e, desde então, vigora a bandeira verde – que livra o consumidor desse tipo de taxa extra.
 
A medida, no entanto, não deve aliviar tanto o bolso do consumidor como o esperado.
 
É que, ao mesmo tempo em que a bandeira mais cara do sistema deixou de vigorar, a Agência Nacional de Energia Elétrica, a ANEEL , aprova os reajustes tarifários nas contas de clientes residenciais.
 
O índice de reajuste varia de acordo com a distribuidora.
 
O menor deles, este ano, é o reajuste de pouco mais de 7% autorizado para a CPFL, que atende consumidores em São Paulo, Minas Gerais e Paraná.
 
Para os clientes da Light, no Rio de Janeiro, o aumento será de mais de 15%.
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